A matéria ganha vida: Concreto que se cura, vidro que respira e estruturas ultra-leves.
Os edifícios do futuro não são estáticos; eles reagem ao ambiente. Estamos desenvolvendo materiais com propriedades biológicas e digitais.
Imagine um concreto que contém bactérias adormecidas. Quando uma rachadura aparece e a água entra, as bactérias "acordam", consomem lactato de cálcio e produzem calcário, selando a fissura automaticamente. Adeus manutenção cara.
Uma camada de carbono com apenas um átomo de espessura, mas 200 vezes mais forte que o aço. Misturado ao concreto, aumenta a durabilidade e reduz a quantidade de material necessário pela metade, diminuindo drasticamente a pegada de carbono.
Janelas que mudam de opacidade com um toque ou automaticamente com a luz do sol. Controlam o calor e a luz sem precisar de persianas, economizando energia de ar-condicionado e iluminação.
Tijolos projetados com uma geometria específica e revestimento químico que filtram o ar, removendo partículas poluentes. Fachadas inteiras que funcionam como pulmões para a cidade.